Resenhas: “Quando Nietzsche Chorou” e “A Cura de Schopenhauer”

Eaí, rapaziada, coméquicêstão? Espero que estejam todos bem, se alimentando bem, cheios de saúde, fortes como o Marcello do BBB, fodendo como porcos no cio e ganhando dinheiro como o Eike Batista antes de, bem, começar a perder dinheiro pra caralho.

Eu to de férias. E o período sabático, tal como todos os anos, tem sido marcado por algumas atividades primordiais – dormir, comer, ler, ver filmes e jogar. Uma vez que eu, aparentemente, já esgotei toda a cota de filmes assistíveis da face da Terra, já acabei com a maior parte da dispensa de casa e meu cérebro está prestes a explodir de tantas horas dormindo, me vejo devorando livros com um apetite nunca antes visto e jogando League of Legends como se minha vida dependesse disso (ou como se eu não tivesse vida, o que é mais provável).

Quanto ao League of Legends, a única coisa que tenho a dizer é: joguem. Não tenho mais nada a dizer. Apenas um aviso – esteja ciente de que será o fim da sua vida. Eu nunca usei crack, mas posso dizer com uma certa firmeza que LoL vicia muito mais que as pedrinhas. Você pode considerar essa minha constatação infundada, mas, veja bem, não é preciso usar crack para constatar coisas sobre ele, tal como não é preciso pular do décimo quinto andar de um prédio pra constatar que você morreria vergonhosamente ao chegar no chão.

Quanto aos livros, por outro lado, tenho muito a dizer. Como avisei no tuinter, esse ano pretendo levar a sério a sessão de resenhas, tanto de filmes quanto de livros. Nunca levei a sério por sempre notar que os senhores, amiguinhos leitores, tinham um tanto quanto descaso com elas. Nunca comentavam, nunca compartilhavam, me davam até a impressão de não lerem. Mas, veja bem, meu último texto teve dois – DOIS – comentários, de forma a ficar evidente que agora os senhores tem descaso com todos os tipos de texto, independente do conteúdo deles.

#triste

Fico tão triste quanto um hamster triste, mas aceito que meus textos já deixaram de agradar a maioria das pessoas. Agradá-los sempre foi um dos meus intuitos, mas nunca o único. Sempre escrevi por gostar e me sentir bem fazendo-o, e é por isso que seguirei tal qual um hamster que, mesmo cansado, continua correndo em sua rodinha, mesmo que não tenha motivo nenhum para fazê-lo.

Sei que ainda existem alguns leitores – inclusive, uma muito linda me enviou um presente lindíssimo que chegou há instantes – e vocês me dão um gás para continuar com nossa casinha calculista. As always, peço pra vocês mandarem os textos para seus amiguinhos e divulgarem em suas redes sociais, quem sabe, assim, um dia poderemos voltar a ser aquela casinha calculista badalada de outrora. Juro que aqui os extintores de incêndio estão na validade.

Enfim.

2012 foi um ano em que abri os olhos pra muitas coisas que antes me pareciam inexistentes. Por uma inexplicável coincidência do destino, de alguma forma que não me lembro, fiquei sabendo desses livros aí embaixo, os quais serviram para orquestrar meus pensamentos com seu alto teor filosófico e psicológico.

Título: Quando Nietzsche Chorou
Autor: Irvin D. Yalom
Editora: Ediouro
Enredo: Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa. Josef Breuer, um dos pais da psicanálise. Um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud – esses elementos se combinam para criar a saga de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões.

O que achei:

Puta que pariu, eu ainda tava na página 50 e já bradava por aí que esse era o meu mais novo livro favorito. Caralhos que me fodam, o autor é épico demais. Se tem uma coisa que eu valorizo na literatura, é personagens com alguma profundidade. Talvez por isso goste tanto de Machado de Assis – poucos autores vão tão a fundo na criação da personalidade e dos pensamentos do personagem. O que pensar, então, de um livro escrito por um psicólogo? E mais – um livro escrito por um psicólogo no qual o personagem principal foi um filósofo que deixou para a humanidade livros em que dissertava seus mais profundos e inócuos pensamentos. E ainda mais – um livro em que esse filósofo conversa com um homem que tenta construir os alicerces da psicanálise.

Os personagens, mesmo fictícios, são muito mais profundos do que todo mundo que frequenta micareta e usa o abada no shopping. Já fiz com que dois amigos lessem e parece uma regra – todo leitor se identifica, ou com um, ou com outro personagem. Inevitavelmente rolará uma identificação com algum personagem, você passará a torcer por ele como um torcedor apaixonado torce por seu time, e, à medida que eles se aprofundam em seus pensamentos e sentimentos, você se aprofunda com eles.

Tem um filme, mas, como era de se esperar, o filme é um vexame quando comparado ao livro. Não significa que seja ruim – o livro é que é épico demais apenas.

Não é um daqueles livros que se pode ler antes de dormir, por simplesmente tirar o sono. É fomentador e entusiasmante. Não tira o sono por te deixar com medo ou assustado, mas por te dar tantas coisas a pensar, que o sono fica subjulgado.

Ainda que o tema pareça complicado – cacetes voadores, é filosofia e psicologia pura – o autor faz tudo parecer fácil e conhecido do leitor. Não é como uma aula ou uma palestra. O simples diálogo dos personagens é de um enriquecimento imensurável e tudo parece óbvio depois que é dito.

Vale a pena comprar?

Porra! Eu comprei por 15 reais em um sebo no centro da cidade. Aliás, não foi em qualquer lugar do centro da cidade – foi em frente ao prédio de História da UFRJ. Lugar perfeito, livro perfeito. Eu indicaria qualquer um a comprá-lo mesmo que, para isso, a pessoa precisasse ficar um dia inteiro sem comer.

Um excerto:

– Até onde consigo me lembrar, tenho me assustado com os espaços vazios dentro de mim. Além disso, minha solidão não tem nada a ver com presença, ou ausência, de pessoas. Está me entendendo?

– Quem poderia compreendê-lo melhor? Às vezes, penso que sou o homem mais solitário que existe. Como no seu caso, não tem nada a ver com a presença dos outros; na verdade, odeio quem me rouba a solidão sem em troca oferecer verdadeiramente companhia.

– Como não oferecem companhia?

– Por não prezarem as coisas que prezo! Às vezes, enxergo tão profundamente a vida que, de repente, olho ao redor e vejo que ninguém me acompanhou e que meu único companheiro é o tempo.

*****

Título: A Cura de Schopenhauer
Autor: Irvin D. Yalom
Editora: Ediouro
Enredo: O diagnóstico de um câncer maligno força o renomado psiquiatra Julius Hertzfeld a fazer um balanço de sua vida e de seu trabalho. A depressão e a tristeza dá lugar à vontade em rever pacientes antigos e à pergunta: será que seu trabalho fez alguma diferença na vida dessas pessoas? Reencontra, então, seu maior fracasso, Philip, que conseguiu vencer suas dificuldades mentais se utilizando da filosofia de Schopenhauer. Com uma relação de dependência profissional, o embate filosófico e psicológico começa a tomar maiores proporções em um grupo de terapia frequentado por ambos.

O que achei:

Sabe quando você fica séculos cortejando uma moça, investindo toda a sua paciência no ato de arrumar assunto com ela e, no momento do ensejo, você vê que não rola nada além de uma simples pegação tântrica e de umas mãos sagazes aqui e ali? Não que você não tenha gostado de trocar germes salivares com a moça e ter voltado pra casa com um fiapo da calcinha dela preso na unha do seu indicador, mas apenas não foi tão bom quanto você imaginava.

É esse livro. Depois de ler Quando Nietzsche Chorou, imaginei que esse livro reconstruiria o cenário, mas, dessa vez, com Schopenhauer. Errei feio. O livro foca num grupo de terapia em que os dois personagens principais, tanto o psicanalista, quanto o professor de filosofia, participam.

Ainda que interessantes, os personagens são mal explorados, principalmente os secundários – os outros participantes do grupo – que foram mal desvendados e suas histórias ficaram mal inseridas no contexto geral da trama. É interessante pra cacete as conversas em torno dos excertos de Schopenhauer que são apresentados, as técnicas de terapia que o Julius usa perante o grupo também são boas e os capítulos de histórias paralelas, como os que contam fatos da vida de Schopenhauer ou os que contam sobre uma viagem de uma das participantes do grupo a um centro de meditação, são bem interessantes.

A pessoa que desejar lê-lo precisa ter em mente que não verá nenhuma grande história ou emoção – são várias pessoas sentadas conversando sobre sentimentos e descobrindo a si mesmos. Como Yalom é um gênio, acabamos conhecendo a nós mesmos também por nos identificarmos com alguns personagens.

O livro é muito bom, independente do fato de ter me decepcionado.

Vale a pena comprar?

Vale sim. Comprei por 18 reais em um site aleatório na Internet, li em uma semana e meia e não me arrependi nem um segundo.

Um excerto:

Quando eu tinha trinta anos, estava cansado e aborrecido por ter de considerar iguais a mim pessoas que nada tinham a ver comigo. Como um gato que, quando pequeno, brinca com bolinhas de papel porque acha que são vivas e parecem com ele, assim me sinto em relação aos bípedes.

[lomadeewpro category=’3482′ keywords=’a cura de schopenhauer, quando nietzsche chorou’ ]

Comprem por esses links aí pra ajudarem o Almeidinha. Vocês serão redirecionados ao Buscapé, escolherão a loja que melhor lhes aprouver (tem as clássicas extra, saraiva, submarino e tal) e ainda ganharão um descontinho bacaníssimo.

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28 Responses to “Resenhas: “Quando Nietzsche Chorou” e “A Cura de Schopenhauer””


  1. 1 Ju 29/01/2013 às 1:56 am

    Ótimas resenhas!!! Já tava pensando em ler Quando Nietzsche Chorou, agora tenho certeza. Valeuuuuuuuuu meids

  2. 2 Gabriela Freitas 29/01/2013 às 2:22 am

    Ótimas resenhas Almeida! Fiquei com muita vontade de ler os dois, gosto muito desse tipo de livro.
    Continua com as resenhas, e tu podia fazer algumas dos teus filmes preferidos do Louis Garrel. Não tem como alguém não gostar do Louis Garrel

  3. 3 isabela 29/01/2013 às 2:24 am

    Otimo texto como sempre, já tava atras de Quando Nietzsche Chorou e agora to mais animada p ler. *—–*

  4. 4 Andréa Bodanese 29/01/2013 às 2:29 am

    Quando tu falou, no twitter, sobre o filme de “Quando Nietzsche Chorou”, baixei. Tou pra ler o livro agora, espero, depois de tanta propaganda, não me decepcionar. u.u

    Quanto ao LoL: Ragnarok >>>>>>>>>>>> LoL. 😛

  5. 5 jeni 29/01/2013 às 2:33 am

    depois de ler as resenhas fiquei com muita vontade de ler os dois,vou ter que ir atrás deles agora. cê já leu algo sobre/do edgar allan poe ? parece uma leitura que tu ia curtir :3

  6. 6 Rafaela Tavares 29/01/2013 às 2:34 am

    Sempre estou em busca de livros novos e que saiam da mesmice. Gostei muito de você atuando com resenhista, espero que faça muito mais postagens como essa, eu iria adorar. Já marquei no meu skoob para lembrar de comprar e ler ”Quando Nietzsche Chorou” hahaha.

  7. 7 Isabelle 29/01/2013 às 2:35 am

    Ótimas resenhas! Já li Quando Nietzsche Chorou e você expressou perfeitamente meu sentimento em relação ao livro <3. E quanto ao outro livro, achei interessante, vou procurar (:

  8. 8 Victória 29/01/2013 às 2:38 am

    Tenho muita vontade de ler Quando Nietzsche chorou, mas sempre acabo deixando de lado… :c
    Você já leu A Insustentável Leveza do Ser? Se gosta de livros com uma pegada mais filosófica e que explorem bem os personagens, acho que vai gostar. Li entre o final do ano passado e o começo desse e gostei bastante. Também é daqueles livros que não dá pra ler antes de dormir, também não por ser assustador, mas porque sua cabeça fica fervilhando com análises da história, dos personagens, das situações… É um livro que conta maravilhosamente uma história que se passa em um contexto muito interessante – a primavera de Praga – e acho que vale muito a pena ler.
    Aliás, o livro começa abordando a filosofia de Nietzsche =) E conforme a história vai sendo contada, vão sendo feitas umas reflexões ~mindblowing~. Acho que é interessante falar também que é uma história sobre amor, relacionamentos, etc, mas de forma brilhante. E eu espero muito que você não tenha lido, se não eu vou ter escrito tudo isso pra te recomendar um livro que você já conhece, hahahaha. De qualquer forma, é um livro fantástico que eu pretendo reler daqui a alguns anos, com mais maturidade.

  9. 9 Natália Corrêa 29/01/2013 às 2:45 am

    Acho que ninguém comenta pq sobre livros, só é interessante falar alguma coisa quando vc tem alguma coisa pra falar. Sei lá, eu nunca li esses então não tenho muito a dizer.
    Só que fiquei com vontade de ler e já botei na listinha do Skoob =)

  10. 10 almeida 29/01/2013 às 3:06 am

    Isso é verdade. Ragnarok é o melhor jogo de todos os tempos. Mas já fui tão viciado por tantos anos que creio já ter esgotado todas as possibilidades dele. Sem contar que mais ninguém joga, é bem antiguinho.

  11. 11 almeida 29/01/2013 às 3:09 am

    WOW. MELHOR COMENTÁRIO.

    Pesquisei sobre o livro e parece uma explosão de awesomeness. Lerei sim, em breve.

  12. 12 Junia 29/01/2013 às 4:53 am

    Comecei a ler essa semana Memórias póstumas de Bras Cubas por obrigação, porque cai no vestibular mesmo, mas confesso que acabei gostando tanto do livro que passei a ler por vontade própria, gostei até mais que de Dom Casmurro e acabei descobrindo que, assim como voce, prefiro livros que abordam filosofia e com personagens esféricos! Exatamente por isso a sua resenha de Quando Nietzsche Chorou veio na hora certa! haha Espero comprá-lo em breve! Obrigada!

  13. 13 Mariana 29/01/2013 às 7:16 am

    comentando pra você não se sentir sozinho! =) “quando nietzsche chorou” está na minha lista de “preciso comprar” há vidas mas só agora tive uma motivação a mais. acho que você é o único ~~~~próximo~~~~~ a mim que leu, então se eu vier encher o saco pra surtar com o livro, não estranhe heheh

  14. 14 Andréa Bodanese 29/01/2013 às 9:38 am

    Sim, tem pouca gente jogando. :/ Voltei a jogar um servidor do bRO – lançaram em setembro ou outubro, se não me engano – e me sinto uma idosa. Quando eu jogava em 2006, eu tinha 12 anos e era sempre a pessoa mais nova entre os que jogavam comigo. Hoje, 80% das pessoas têm 12-16 anos. D:

    Eu nunca joguei LoL, na verdade, mas não gostei dos vídeos que vi. 😛

  15. 15 aninha linda 29/01/2013 às 2:12 pm

    muito obrigada por me indicar esse livro, mesmo nao tendo acabado ainda, já ta na lista dos favoritos facilmente.
    otimas resenhasss, meida

  16. 16 404 NOT FOUND 29/01/2013 às 7:41 pm

    Meus parabéns pelas resenhas! Pelo modo com que os livros foram apresentados por você, certamente despertaram a curiosidade de todos os leitores que nutrem algum interesse, mesmo que mínimo, pelo assunto.
    Eu, por exemplo, venho lendo sobre e me interessando cada vez mais por Nietzsche. Apesar de já ter lido algo a respeito do livro “Quando Nietzsche Chorou”, foram as suas palavras que me convenceram quase que de imediato a procurá-lo.
    Já “A Cura de Schopenhauer” também me parece uma boa pedida (como a toda boa leitora, acredito eu), porém nada que se possa comparar ao primeiro.

    ~~~~~~

    E, ah… acho válido mencionar que as resenhas são os meus textos favoritos do blog. 🙂

  17. 17 Leticia 29/01/2013 às 8:16 pm

    Meids, tanto “Quando Nietzsche Chorou” quanto “A Insustentavel leveza do ser” – que a guria citou acima – são ridiculamente do caralho. O problema é que os filmes são… Digamos que eles estragam completamente a experiência. Kundera – o autor da insustentável -leva pro lado humano das pessoas (vemk meu amor, tara, traição, crises) mas mesmo assim continua sendo muito bonito (nível menininhas do tumblr que compartilham cfa sem ter lido contos homossexuais dele, e achar que caio é a pessoa mais “awn” do planeta). E tu aprende a gostar de cada um, por serem além de complexos, humanos, palpáveis. Pra deixar um gostinho, uma frase: “Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida, já é a própria vida.”

    Ah, tem um livro que eu li ano passado, chama Criança 44. Pra tu que gosta de enigmas, e do lance de ficar horas pensando num certo assunto, brincando de sherlock holmes, devia ler pra ontem. Já te adianto que no fim do livro tu vai se sentir uma topeira.

    Agora o assunto principal: Irvin Yalon é um gênio. Se tu quiser ler sobre pscicologia, ou um dia pensar em fazer esse curso, leia “O Carrasco do amor”. É um livrinho de contos, onde tem o psicologo e seus pacientes – cada um de uma forma. Alguns casos são meio “meh, vai lavar uma louça que resolve teu problema”. Mas ao entrar na vida daquela pessoa por meio do conto, tu percebe que não é tao futil assim. Ao perceber os motivos que as levou a tomar determinada ação, o que elas escondem… Maravilhoso.

    Mas é isso aê.
    Bjoks, não saia de casa sem uma toalha.

  18. 18 almeida 29/01/2013 às 10:04 pm

    Já ouvi falar desse Criança 44, um conhecido leu e detestou :///

    O Carrasco do Amor não me gerou muito interesse não, mas, na falta de uma leitura mais chamativa, eu leria sem problemas. O do Kundera já tá na lista, lerei em breve. Cês tão falando tão bem que não dá pra não ser bom. :3

  19. 19 Rodrigo 31/01/2013 às 3:33 pm

    Nietzsche says: “Amamos desejar mais do que amamos o objeto de nosso desejo”.

    Escutaram, vadias que amei?

  20. 20 Layse 02/02/2013 às 12:20 am

    Caramba, devo dizer que li essa resenha só por Quando Nietzsche Chorou, e você conseguiu entender tão bem a profundidade do livro, parabéns! Espero que continue com essas resenhas, e que, por favor, faça algumas sobre as peças de teatro que você vê.

  21. 21 Isadora 02/02/2013 às 3:58 am

    Caralho.To apaixonada por isso aqui.

  22. 22 almeida 02/02/2013 às 4:00 pm

    Acho difícil fazer sobre peças de teatro pq pouquíssimos leitores são do Rio, então quase ninguém poderia assistir à peça. :/

  23. 23 Raquel 03/02/2013 às 12:59 am

    Putz me senti a mais completa ignorante agora.. Sócrates nunca esteve mais correto, nem sabia que quando nietzsche chorou era um livro, shame on me.. E quando ano passado tinha visto sobre do que se tratava o filme ele entrou automaticamente na lista dos que não veria por ser ridículo demais kkkk
    Enfim, eu não sei direito o estilo de livros que vc gosta mas depois dessa resenha acho que tu gostaria de ler ‘o retrato de dorian gray’ eu gostei pra caramba

    Olha fica aqui um pedido, se vc poder dar uma olhada no meu novo tumblr, onde tem alguns poemas meus, e dar a sua opniao sincera eu ficaria muito grata.. http://raquel6034.tumblr.com/

  24. 24 Letícia 05/02/2013 às 4:02 am

    Gostaria de ler mais do que tenho o costume de fazê-lo, mas suas resenhas me deram uma vontade e uma curiosidade imensas de irem atras desses livros 🙂
    Ah, leio e adoro todos seus textos e suas reflexões, você é foda.

  25. 25 Gabi Casares 06/02/2013 às 2:53 am

    Li “Quando Nietzsche Chorou” há um tempo já, eu tinha quinze anos. Eu a-do-rei! Eu adoro psicologia (nem tanto filosofia rs), por isso acabei me interessando pelo livro, indicado pela minha mãe, psicóloga rs.
    Sua resenha me deu vontade de lê-lo de novo, quase quatro anos mais velha, com uma visão mais madura.

    Ah, quanto aos seus textos, eles continuam bons, só que estão meio cansativos. Não tô querendo me meter no seu jeito de escrever não. Eu sou fã do teu blog há uns três anos, gosto do que você escreve. Só tô dando minha opinião de que você podia escrever de forma mais leve. Encara como uma crítica construtiva 😀

    Bem, boa sorte!
    Beijos ;*

  26. 26 carol 16/02/2013 às 6:59 pm

    cara, escreva amais resenhas!! deu uma puta vontade de ler “Quando Nietsche Chorou” 😀

  27. 27 Konan Iero 18/02/2013 às 11:56 am

    Putz, passei essas ferias todas numa tristeza eterna, entrando em sebos sem saber qual livro comprar. Com certeza vou procurar esses livros, adorei essas suas resenhas. Nunca fui atraida por literatura brasileira, Machado de Assis então… tenho certa aversão a Memorias Postumas de Bras Cubas, mas mesmo assim resolvi ler Dom Casmurro. Meu deus, muito bom esse livro. Me salvou de muitas aulas tediosas.

    Continue postando sobre todos os livros que você ler e vamos lá, vou tentando acompanhar no meu ritmo kkkk

  28. 28 woodworking projects for kids to build 04/10/2013 às 6:56 pm

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