O dia em que eu me fodi. (completo)

Senhores, esta semana eu vivi dias que fizeram com que todas as minhas outras aventuras azarônicas estapafúrdias parecessem rolês no qual crianças de 13 anos vão ao cinema. Se hoje estou vivo para contar as histórias, devo confessar-lhes que é por muito, muitíssimo pouco, e por que uma cueca está em condições deploráveis em algum lugar deste mundo. Em fato, quando cheguei em casa, aproveitei uma refeição como nunca antes havia aproveitado – afinal, por muitos instantes achei que ela não ocorreria.

Digo isso com plena convicção pois nem mesmo no dia em que eu me perdi em um dos bairros mais fodidos do Rio de Janeiro numa sexta à noite sem dinheiro nem celular, nem no dia em que eu fui atropelado por uma van na calçada, eu quis tanto que um trovão caísse na minha cabeça – e vi uma possibilidade gritante disso acontecer.

Tudo ocorreu devido ao fato de eu simplesmente ter cagado em todos os meus princípios, posto-os junto à merda numa sacola de supermercado, jogado-os no lixo, derramado uma garrafa de Catuaba, ateado fogo, pisado nas cinzas e jogado-as na praia.

Aliás, é na praia que tudo começa.

Se tem uma coisa que me orgulho nesses 18 anos é a de nunca ter estado em uma praia totalmente sóbrio. A primeira vez que mergulhei no mar foi no reveillon deste ano, totalmente embriagado. Uma soma de traumas de família – morte por afogamente, câncer de pele, etc – resultaram na proibição dos meus pais com relação à praia. Como não me agrada areia, nem pessoas, nem sol, nem água salgada – o que, se vocês pensarem bem, é a definição exata de uma praia -, nunca me importei.

No ano novo, porém, foi a primeira vez que bebi tequila, estava mais doido que o Batman dançando Macarena – ainda que, naquela situação, eu nem conseguisse dançar macarena -, decidi dar um mergulho pra limpar a alma e… o mar levou meu óculos, que há poucos meses me havia custado uma grana alta.

Acho que ali já devia ter sido um sinal divino pra não mais me meter na enrascada de tentar ser uma pessoa normal frequentadora de praias. Me arrisquei mais algumas vezes, todas totalmente fora de mim. Nem todas cheguei a entrar no mar, mas todas as vezes que sequer pisei na areia de uma praia, eu havia me utilizado de coisas que deturpavam minha noção da realidade.

E dessa vez não foi diferente.

Ao sair de casa, mamãe me disse “filho, não fume, não beba, não entre no mar”. A frase, além de me dar um estranho peso na consciência – afinal, eu estava indo lá pra fazer exatamente isso, e faria ela dizendo aquilo ou não -, me fez pensar se minha mãe andava ouvindo Sinto Muito, Blues quando eu não estava olhando. Reservei 15 milésimos de segundo para a questão, mas então a dúvida de se eu devia ir no banheiro ali ou esperar pra ir mais tarde me desviou do foco e apenas segui meu caminho rumo ao horizonte azul do mar fluminense.

Antes de encontrar com as moças Carla e Thais, porém, passei no supermercado para comprar uma Vodka e manter a escrita da não-sobriedade praiana. Seguimos rumo a praia e, lá chegando, as moças foram fazer o que se faz numa praia, e eu fiquei com a vodka trocando sms com pessoas aleatórias enquanto tentava entrar no twitter pra xingar alguém aleatório.

Em instantes, as moças, observando meu evidente isolamento com o ambiente que me cercava, me induziram a acompanhá-las até a água. Ainda que resistente, aceitei, e fui até a borda. E eis que, em meio a risos das minas tomando caxotes, engolindo água suficiente para dar-lhes falência renal e quase se afogando seguidas vezes, olho pro alto e percebo nuvens negras estuprando o céu mais rapidamente do que um negão flamenguista estupraria a sua bundinha, leitor, numa eminente situação apocalíptica.

Nesse estilo, XURO PURDELS. Só não tirei uma foto por estar convicto de que morreria ali mesmo – de que adiantaria, afinal?

Não tardou – levou menos de 3 minutos – as pessoas começaram a correr desesperadamente pra longe da praia. Salva-vidas (como se escreve o plural dessa porra?) começaram a gritar desesperadamente para todos saírem da água, pois havia grandes possibilidades de um trovão acertar a nossa cabeça – esse é um daqueles momentos em que o tom de voz do cara fala mais do que as palavras.

Brous, não minto quando digo que em menos de 5 minutos o céu estava absolutamente negro, como se o fim do mundo houvesse se adiantado – os maias não contavam com o horário de verão nem os anos bissextos, imagino -, ventos de estremecer o esfíncter batiam e começava a chuviscar.

A praia já estava totalmente deserta, exceto pelos chuveirinhos, os quais tivemos de entrar numa fila pra tirar um pouco da areia que insistia em entrar em nossos lugares mais importunos naquela hora que, convenhamos, não era a mais oportuna também.

E eis que, logo a nossa frente na fila eram uns malucos que provavelmente pegaram 3 kombis e ainda deram um calote na terceira pra poderem frequentar aquela praia. Brous, eu estava na praia da barra. A praia da Barra não é igual à de Ipanema, Copacabana. Quem não é do Rio tem a imagem romantizada das praias cariocas, mas creia – Ipanema e Copacabana é lindo, mas dentro de um carro, passando bem longe. O que tem de faveladinho ouvindo funk é uma maioria tão absurda que praticamente oblitera os artistas e gringos bonitos que lá transitam.

Lindo.

Nem tanto.

A praia da barra, por outro lado, é o paraíso para todo cara antissocial e classista como eu. Ela é vazia, bonita e, principalmente, a quantidade de pobres é praticamente inexistente se comparada com Ipanema e Copacabana. Não é que eu odeie gente pobre – elas em si não me irritam. O que me irrita é os barulhos que elas fazem, a forma como elas agem e a forma como elas me afetam. Tal como os moleques que estavam na minha frente na fila do chuveirinho.

3 malucos de um metro e meio de altura, malhadinhos (não aquele malhado de televisão, mas aqueles caras subalimentados que desenvolveram um músculozinho por fazer barra em cano de parque público) se xingando por um estar demorando mais que o outro. “Anda logo com isso, arrombado” “Já vou, filho da puta, deixa eu lavar meu anel”. E eis que o maluco, no alto da sua falta de noção, vira seu ~~anel~~ para nós e começa a esfregá-lo ali mesmo.

Não tardou um maluco bateu nele e eles saíram dali, liberando para eu e as moças tomarmos banho. Fomos, então, ao encontro do busão que nos levaria pra casa. É importante frisar que nesse instante o fim do mundo já deixara de ser prenunciado e de fato ocorria. O céu caía fervorosamente em forma d’água, manos. Mesmo com o banhozinho, ainda estávamos com areia em locais importunos – afinal, não queríamos mostrar nosso anel por aí com tamanha facilidade -, os trovões acertadores de cabeças aumentavam e o risco de uma hipotermia surgia.

[PARTE 2]

Percebemos, no entanto, que a garrafa de Vodka ainda estava pela metade. E vocês sabem o que os mestres do metal brasileiro dizem – O pouco tempo que me resta / que seja bem aproveitado / não faço questão de festa / mas quero estar embriagado.

Ratamente adentramos o jardim de um daqueles condomínios em que o apartamento mais barato custa mais do que a minha vida. E que a sua. E, convenhamos, custa mais do que a minha e a sua vida juntas. Sentamos em uma árvore estranhamente horizontal e começamos a virar a vodka ali mesmo. E, manos, os senhores sabem o que acontece quando se vira uma garrafa de vodka em meio a um tornado? É muita doidera.

“Foda-se”, pensei com meu botões, “essa merda toda vai acabar mesmo, que ao menos eu encontre o capeta alcoolizado”. E com este pensamento, poucos instantes se sucederam até que Thais quebrasse o aparelho dentário por estar mordendo a tampa da vodka. Considerei-me sortudo por ela não ter se jogado no chão batendo com a garrafa na própria cabeça e gritando NAI NAI NAI NAI.

Entramos no ônibus e eis que, então, um trovão cai tão próximo a nós que o grito assustado das moças está ecoando nos meus tímpanos até agora.

(Aliás, vocês que vão mimizar aí por que ‘almeida, o relâmpago é a luz, trovão é só o som’ e bla bla bla por que vocês não vão chupar uns pintos? Eu sei a diferença entre um e outro mas é realmente difícil discernir qual eu devo usar nesse contexto e eu até poderia ir pesquisar mas senta a bunda aí e fica de boa que eu tou contando uma história aqui, caralho.)

Enfim. Só sei que a poucos metros da gente alguém acabava de perder a cabeça.

Já no busão, começamos a perceber a merda em que havíamos nos metido – estávamos no bairro com o trânsito mais fodido do Rio de Janeiro, no horário mais fodido para andar de carro (eram 18:00) após uma das chuvas mais fodidas que eu já havia visto. A viagem, que geralmente levaria uns 30 minutos, levaria, na melhor das hipóteses, 3 horas.

– Oi

E a nossa previsão se mostrou ainda pior quando passamos próximo ao shopping da Barra e ali parou o ônibus. Brous, o trânsito não andava. Mais tarde descobrimos que haviam fechado o trânsito em decorrência de um acidente lá na puta que pariu que congestionou o bairro inteiro. Levou uma hora sem sair do lugar para que decidíssimos entrar no shopping e gastar um tempo ali até que as coisas estivessem melhores.

Assim que pisamos no shopping, percebemos um problema que antes estava perfeitamente camuflado – foi só o ar condicionado do shopping invadir nossas celulas sensitivas que até os pelinhos do mamilo tremeram de frio. Notamos, entrando no shopping, que ainda estávamos encharcados até da xurréia do dedinho do pé, e que o frio que nos invadia o corpo cedo ou tarde nos faria cair mortos no meio da praça de alimentação sem a menor preocupação com convenções sociais do tipo “porra, vamo deixar pra morrer no estacionamento né, tem nego comendo aí”.

Amigo, por um instante que for, ignore o marmanjo que ta te xavecando aí no facebook, ou deixe de xavecar a Josefa. O peito dela é falso, cara. Desligue aí o seu iTunes que provavelmente está tocando algum flato sonoro que lhe desvia a atenção da situação que aqui me encontro, e tente se imaginar na situação que eu estava. Completamente ilhado em um shopping distante de casa, encharcado de água da chuva, flertando com uma hipotermia, tremendo como um ornitorrinco hiperativo com Parkinson e ainda tendo meu rim esquerdo digerido na esperança de subsistência energética.

Não desejo a situação em que eu estava nem pro cara que pega o busão de noite com os amigos de abadá e fica batucando no teto enquanto canta pagodes sobre libertinagem.

Ok, pra ele sim, mas vocês me entenderam. (P.S.: essa é a imagem mais espetacular do mundo. thx hbdia)

Fomos ao banheiro como se nossa vida dependesse daquilo – e, caralhos que me fodam, dependia mesmo – só pra descobrir que, dentre todos os shoppings do universo que estão aderindo à tecnologia do secador de mãos, o Barra Shopping ainda usava papel higiênico.

Consegui tirar um pouco da areia que me roubava a pureza, mas o frio continuava.

Ficamos sabendo de umas lojas que vendiam camisas por 15 mangos, mas estávamos tão pobres que, se as comprássemos, não restaria capital para a comida que, naquela altura, era visto como algo mais urgente do que qualquer outra frivolia, como oxigênio ou amor à vida.

Sorte que os deuses do capitalismo se encarregaram de criar o Cartão de Crédito, e a Thais nos comprou camisas sequinhas. Minha bermuda continuou encharcada, mas conviver com a virilha úmida ainda é ligeiramente melhor do que conviver com o corpo todo absolutamente molhado. Ainda que a camisa fosse feminina – aparentemente, a promoção dos 15 reais só abrangia as camisas femininas -, a vesti com um coro de anjos gregoriano soando nos ouvidos.

Mas o meu dia tava tão essencialmente sortudo que isso nem me abalou.

O que começou a me deixar bolado foi mais adiante.

Contamos nossas moedinhas tal qual um viciado conta as suas para um fornecedor de crack, e as entregamos inteiramente nas mãos da moça do Giraffas, o restaurante com o melhor custo/quantidade absurda de comida que conseguimos pensar.

“Um strogonoff, por favor”, pedimos humildemente, enquanto fazíamos um retrospecto mental de tudo o que ocorrera no dia e, com o olhar, tentávamos negar um pro outro que “não, nada mais pode dar errado hoje”. E eis que, no exato instante em que a mulher registrou o stogonoff na registradora, um homem sai dos anais da cozinha e diz veementemente pra mulher “o strogonoff acabou agora, avise pra todo mundo aí”.


A mulher olhou pra nós com um olhar de “ok, eu entendo que vocês tomaram no cu, mas pelo menos sejam breves escolhendo o próximo prato” e assim o fizemos.

“Algo pra beber?” perguntou a moça com um ânimo tão contagiante que quase saímos dali dançando One Direction.

“Um guaraná médio, por favor”, pedi eu, ousadamente, pois era o único que possuía a honraria de 2 reais e pouco sobrando.

“Não temos guaraná médio”.

Nesse instante eu respirei fundo, cocei minha sobrancelha pausadamente, olhei fundo nos olhos da mulher e tentei transmitir com meu olhar todo o questionamento que percorria meu sistema nervoso central naquele momento.

“Ok, madame, você pode, por favor, me explicar como ficam sem refrigerante médio? A máquina cuspidora de refrigerante entrou em crise existencial e disse que de agora em diante é só pequeno ou grande, nada mais de médio nessa porra? Vocês já tentaram ouvir o que ela tem a lhes dizer? Vocês já lhe deram amor? Olha, eu aposto que, se vocês a escutarem com carinho, ela voltará a prover refrigerantes médio. Eu juro que não lhe peço nada além disso, apenas conversa com ela e volta aqui pra me dizer o que ela disse”.

Aparentemente entendendo a mensagem passada, a moça explicou “acabaram os copos médios”.

Olhei para a moça Carla, que estava atônita ao meu lado, e demos um sorrisinho de “ok, fomos vencidos”.

Aceitei um guaraná pequeno – antes que ele acabasse também – e jantamos ali mesmo. Esperamos mais algumas horas até termos certeza de que o trânsito já estava viável e voltamos pra casa desolados. Certeza essa totalmente relativa, uma vez que os celulares acabaram a bateria e estávamos incomunicáveis.

Levando isso em consideração, ainda deu tempo de pegar um engarrafamentozinho na Barra e tomar bronca dos pais por chegar em casa 23:30.

Agora eu imagino que vocês que intimamente me desacreditaram quando eu disse que esse dia fazia todos os outros parecerem rolês infantis começam a concordar comigo, não é? Manos, eu acho que eu joguei um disco do Chiclete Com Banana na cruz, não é possível. Eu só me fodo nessa merda.

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26 Responses to “O dia em que eu me fodi. (completo)”


  1. 1 Lets 19/12/2012 às 3:52 am

    To morrendoooooo de curiosidade! D:

  2. 2 Isa 19/12/2012 às 3:55 am

    Ahhhhhhh melhor se fosse tudo de uma vez só, até agora não pareceu que vc se fodeu muito. Pra falar a verdade, sou meio ingênua… Esse “anel” era pra ser outra coisa?
    Beijocas

  3. 3 Fer 19/12/2012 às 3:55 am

    Me arrependi de ter mandado 1200 hahahahaha

  4. 4 Maíra 19/12/2012 às 4:33 am

    Eu só acho que uma dessas moçoilas que lhe acompanhavam poderiam dar uns spoilers aqui nos comentários…

  5. 5 Lilian 19/12/2012 às 5:24 am

    “Não fume, não beba e não entre no mar” Tua mãe no maior estilo I’m sorry Blues mesmo, ha.

  6. 6 ANA LAURA 19/12/2012 às 5:49 am

    OLHA, EU GOSTARIA DE DEIXAR BEM CLAOR Q ESTOU CURIOSA P CARALHO E ESTAVA EMPOLGADISSIMA LENDO POREM ALGUEM CORTOU MEU BARATO OLHA TO PUTA É BOM VC QUASE TER MORRIDO NA HISTORIA!!! OBRIGADA PELA ATENÇAO BEIJOS.

  7. 7 Leticia 19/12/2012 às 6:58 pm

    Mentira que você vai dividir o post?

  8. 8 isabela 19/12/2012 às 9:04 pm

    Ainda bem que no ápice do meu auto conhecimento esperei pra ler só agora, pois sabia que o texto estava dividido e poderia morrer de curiosidade..

  9. 9 Sra. C. 19/12/2012 às 10:54 pm

    “Protagonista” de um texto, que orgullho. *-*
    Eu ainda acho que você eufemizou o dia quando escreveu esse texto. Me pareceu que foi 10000x pior… rs

  10. 10 carol 19/12/2012 às 10:58 pm

    poxa, almeida. estou desejando que algo muito foda e maravilhoso esteja por vir pra ti. pq tu merece. após tudo isso. chuva forte adora estuprar jovens desavisados.

  11. 11 Clara 19/12/2012 às 11:03 pm

    Adorei o panda.

  12. 12 VicksOhira 19/12/2012 às 11:05 pm

    acho que não foi o dia em que você mais se ferrou não… hmm

  13. 13 oi 19/12/2012 às 11:18 pm

    Ah Almeida, você nem se fudeu tanto! E ainda ganhou uma camisa, para de reclamar hahaha

  14. 14 aninha linda 19/12/2012 às 11:18 pm

    pf menino fresco u.u

  15. 15 larissa 20/12/2012 às 12:25 am

    hsaushausahsuahaushasuhsusahsua só se fode maaaano, tinha que ter comido no habibs que é mais barato!!! shasuha

  16. 16 Mariana Cunha 20/12/2012 às 12:42 am

    tomou no cu, PORÉM GANHOU UMA CAMISA!!!
    se deus existe, ele guia a sua vida com muito humor (pra ele)

  17. 17 Almeida 20/12/2012 às 12:53 am

    …eu vou pagar por ela.

  18. 18 Thereza F. 20/12/2012 às 1:50 am

    “se deus existe, ele guia a sua vida com muito humor (pra ele)”
    Frase mais perfeita de todas

  19. 19 Lets 20/12/2012 às 3:08 am

    Fiquei rindo enquanto lia e minha mãe do meu lado preocupada com a minha sanidade mental hahahahaha role de bêbado é sempre inesquecível

  20. 20 mills 20/12/2012 às 3:19 am

    pensa só se tivesse que passar por tal tragédia sóbrio.

  21. 21 Lilian 21/12/2012 às 3:32 am

    Coloquei a porra do meu tumbl errado alí em cima. Se apertar no meu nome vai pra um tumblr tosco –‘ burra!

  22. 22 Lilian 21/12/2012 às 3:33 am

    Agr ta certo meu link (:)

  23. 23 Mariana Cunha 23/12/2012 às 12:29 am

    mas se a blusa é feminina, dá pra menina de uma vez

  24. 24 Manu 12/01/2013 às 4:23 am

    Aconteceu quase igual comigo, não me arrependo daquele dia. Bom, pelo menos tu vai ter histórias pra contar pros teus filhos c:

  25. 25 carol 16/02/2013 às 7:36 pm

    nossa, como nenhum segurança foi atrás de vcs entrando nesse estado no shopping? ewoiwweio

  26. 26 Raysa Vasconcelos 23/04/2013 às 10:33 pm

    Por um acaso vim parar em seu site/blog. E, cá pra nós, precisava rir do azar alheio!!! Hahahaha. Tal crônica – que ora foi correta e comicamente bem feita – proporcionou-me conhecer as aventuras de um carioca bêbado sapateando no destino. Gostaria de pedir que viva loucamente, para que relate as “loucuras” por aqui. Tomara que os outros textos também sejam “demasiadamente ruins” [sarcasmo com pitada de ironia] como esse! Parabéns! Indo para o próximo post em 3… 2… 1…
    (:


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