Infinito inefável.

“Arte” é um conceito muito amplo. Tem gente que acha que qualquer bosta é arte. Tem gente que acha que a arte morreu. Tem gente que acha um monte de coisa e não sabe de nada. A relatividade do conceito abre procedentes pra que se defenda a ideia de que “é tudo questão de opinião”. A questão é que rola, vez ou outra, umas paradas tão absurdamente boas que transcendem o campo da opinião – elas são boas, e se você não gosta, você está errado.

Ninguém pode, por exemplo, dizer que a Capela Sistina é mal feita. Não existe um ser humano minimamente intelectualizado que ponha em discussão a precisão dos traços ou a escolha de cores e luzes de Mona Lisa. Não existe ninguém que não admita que We Are The World é uma das músicas mais bonitas do universo. Até por que, se existir, essa pessoa deve – merecidamente – ser completamente ignorada, quiçá apedrejada.

Hoje às 00:01 a Fresno lançou no youtube o disco novo dela, Infinito.

O Infinito é uma dessas coisas que não se pode dizer que está ruim.

Por uma questão de respeito; por uma questão de bom senso.

O disco já começa com uma PORRADA. “Homem ao Mar” é o convite ao disco. A letra é, sem dúvidas, proveniente de um baseado bem grande queimado com vigor, mas serve pra dar as boas vindas. A Fresno nunca lançou uma música tão trabalhada. Quando eles tentaram “voltar às raízes” e “lançar coisas mais pesadas”, as músicas pareciam sujas, mal mixadas, ou sei lá. Não dava pra ouvir os diferentes canais de guitarra, era necessário um esforço absurdo pra reconhecer a orquestra ao fundo, o baixo era estranho. “Homem ao mar” mostra que, caralhos que voam, a Fresno finalmente pegou a manha. E de agora em diante só melhora. Não que antes fosse ruim, apenas não era tão bom assim.

“Maior que as Muralhas”, por outro lado, já tem uma letra mais sóbria e com uma mensagem mais profunda. Sabia que ela seria do cacete quando eles tocaram na MTV dia desses, mas não esperava algo tão GRANDIOSO. Aliás, grandioso é a palavra pra essa música e pra esse disco. Nada que tenha uma orquestra tão bem encaixada ao fundo e seja acompanhada de uma bateria tão ritmada, de uma guitarra tão bem inserida, de uma letra tão bem cantada, pode ser nada menos do que grandioso. Mais do que grandioso, eu diria épico. Mas prefiro guardar o adjetivo “épico” – tão desvirtuado ultimamente – para a dobradinha a seguir.

“O Sonho de um Visconde” é a primeira balada do disco e me lembra um pouco Não Leve a Mal, só que bem melhor. Muito melhor. O finalzinho com “é por isso que eu digo que não sei lidar / é muito mais do que meu peito pode suportar” é o tipo de trecho que, se ainda estivéssemos em tempos orkúticos, vê-lo-íamos em todos os status – merecidamente.

A letra exprime perfeitamente o sentimento que tanta gente sente e agoniza: querer gostar de alguém. Fala-se tanto de sofrer por amor, amor não correspondido, amor machucado, amor platônico, e submete-se à escuridão a “falta de amor”, que é infinitamente mais agonizante do que qualquer outra coisa. E termina com o suspiro, o desabafo, o ultimato, as frases que descrevem todo bom romântico: “Eu não sei lidar. Eu não quero sonhos com horas marcadas pra acabar. Prefiro histórias imperfeitas’. A contradição – a falta de amor me faz triste, mas a tristeza me completa. Às vezes quero amor, às vezes quero solidão. E não sei lidar com isso – não, eu não sei lidar.

E então, amigos, o épico. O inefável. O absurdo. O grandioso.

A Fresno, na minha opinião, possui a melhor música do universo – milonga. Milonga é de uma grandiosidade inestimável, a construção, a letra, o sentimento, tudo. Jamais cogitei dúvida ao afirmar que era, de longe, a melhor música do universo. Até ouvir Diga (parte 2), que chega em segundo lugar RASPANDO. Raspando mesmo.

Essa merece mais do que um hiperlink.

Vez ou outra a Fresno tentou repetir o feito de Milonga, mas jamais chegou sequer perto. Até agora. A gente ta falando aqui de uma música que, cacete, que letra absurda, que melodia, que construção! O ápice do disco é logo ali, na faixa cinco.

Diga (parte 2) é isso. Inefável. Aquilo que não pode ser descrito com palavras. Não tentarei, pois falharia miseravelmente.

E aí vem a brecha. Porra, os caras são muito humildes mesmo. Eles estavam ligados de que esse disco, se continuasse nesse ritmo, ganharia fácil o Emmy, o Nobel, ou sei lá qual o prêmio mais importante que se dá pra “as melhores coisas do mundo”. Daí eles resolveram dar uma cagadinha pra balancear. E é aí que surge Seis e Cativeiro, com especial fedor pra Seis.

Realmente não entendo o que se passou na cabeça deles pra gravar e disseminar alguma coisa como Seis. Essa música seria compreensível se eles a tivessem lançado no início da banda. Mas a Fresno já é muito mais do que Seis há muitos, muitos anos. Eu realmente não sei explicar por que essa música é tão ruim. Acho que só de ouvi-la já deve ser um reflexo natural do ser humano perceber. Letra fraquíssima, melodia fraca, coisa de bandinha de garagem. Não há o que lamentar / Não há o que conversar.

Cativeiro já não é tão ruim, apenas não é boa. A letra é meio nhé. A melodia é meio nhé. Soa diferente do resto do CD, volta àquele rock a que me referi como sujo e mal mixado, só que não ficou bom como a sujeira do Cemitério.

Daí eles retomaram o ritmo em Sobreviver e Acreditar. Voltaram a ser grandiosos. Botaram um ritmo mais acelerado, uma letra boa pra cacete e, na eterna busca pelo grandioso, ousaram com um coral de crianças que dá um toque DO CARALHO à música. E a temática da letra volta a ser aquela de Cemitério e Revanche, de olhar na cara dos críticos e dizer “Olhaqui, feladaputa / a minha resposta vai chegar em uma música (…) e ao final de tudo, você vai ouvir falar de nós”.

Sutjeska e Farol são aquelas músicas em que a Fresno fala assim – ei, brous, eu faço rock mas eu posso fazer o que eu quiser, por que eu sou talentoso pra caralho. Eu tenho menos de 30 anos mas posso dar uma de Caetano ou de Chico e meter uma música com piano, uma bateria tímida e uma poesia musicalizada, que soará igualmente grandioso.

Lucas, que letra, Lucas. QUE LETRA, LUCAS!

Tentei tirar um trecho pra por aqui, mas não consegui escolher um só.

E a história também é bonita. Sutjeska, pra quem não é pirado no Lucas e no twitter dele como eu, é uma escultura/parque na Bósnia a qual inspirou a capa do disco. Lucão foi piruzear na BÓSNIA só pra tirar a foto do monumento com suas próprias mãos.

E, pra fazer o ouvinte atento perceber que é o fim daquilo que concorre facilmente ao melhor CD do universo, vem Vida. Essa música já tinha sido um esboço do Visconde, projeto paralelo do Lucas, e eu a desprezava. Achava terrível. I mean, realmente achava uma bosta. Nada encaixava com nada. Não tinha musicalidade. Era uma letra bonita, mas não uma música.

Daí eles me deram um tapa na cara e escreveram esse HINO, que te infesta de tristeza e saudade – tristeza por saber que terá de esperar mais, sei lá, dois anos pra ter uma continuação dessa estrada que a Fresno e seus fãs percorrem a passos largos rumando ao infinito, e saudade daquele sentimento de expectativa que nos acolhe instantes antes de ouvir um CD dessa grandiosidade.

É isso, brous. Tavares, desculpa, brother, mas você ficou pelo caminho. Nem lembrei de você enquanto ouvia o disco. Mario, bem vindo, rapaz, tu PASSOU A JEBA nesses teclados, por que, caceta, ficou muito bom! Continue assim. Bellardo, tu tá destruindo com esses ba dum tss aí. Cada CD tu fica melhor. Vavo, rapaz, tu ta destruindo nas guitarras. E, Lucas, mestre, pra ti não há mais palavras. Já gastei tantas em vão. Esses dias encontrei uma palavra lindíssima – inefável. Deveria ter uma foto sua na descrição dela no dicionário. E um hiperlink pra Diga (parte 2). Por que você, teu trabalho e teu talento, simplesmente não podem ser resumidos em palavras.

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34 Responses to “Infinito inefável.”


  1. 1 Bruna Almeida 02/11/2012 às 12:22 am

    fique sabendo que você foi o responsável pra eu aprender a gostar de fresno!
    sdds seus textos

  2. 2 Gabriela 02/11/2012 às 12:25 am

    Que post, que álbum, que letras! Me emocionei quando ouvi. Nem os pseudo-metaleiros ousaram fazer os velhos comentários do tipo “viadoo!1!1” e etc. Cada música foi um tapa na cara até pra quem acompanha a Fresno há vários anos.

    Esse disco, mais que todos, calou a boca de uma porção de gente.

  3. 3 Carol 02/11/2012 às 12:29 am

    Heuhuehuehu, comentando só por que twittou. Mas, enfim, eu não ganharei/comprarei o cd tão cedo. Pelo menos até mês que vem não.

  4. 4 Leticia Almeida 02/11/2012 às 12:36 am

    Realmente a fresno se superou. A evolução era clara em “revanche” e com esse novo disco, transcendeu limites… chegou ao infinito.

  5. 5 @vickyvicious_ 02/11/2012 às 12:42 am

    Rapaz, tiraste as palavras de minha alma! Na moralzinha, tu disseste aí nada mais ou menos que a REAL. Se esse cd não for visto como ponto alto na história do rock brasileiro no futuro, eu quebro minha violinha. I mean, a qualidade dessa parada é inquestionable.
    O que escreveste sobre ‘O Sonho do Visconde’ é exatamente o que eu senti e o que eu pensei ao ouvi-la. Eu já estava arrepiada até os vértices do corpo, e aí quando ouvi os versos de Lebruce, holy mother of fuck, verteram lágrimas aveadadas dos meus olhinhos de noite serena (oi?). Muito mais dilacerante do que sofrer por amor, é querer amar e não poder.
    Acho que eu só diria diferente sobre Seis. I mean, eu não seria tão agressiva, não diria que é chorume puro. É apenas… ruim. Também achei desnecessária a gravação dessa.
    Mas numa casca de noz, é bem o que disseste. Tavares WHO?? Reverenciemos ao verdadeiro mestre, Luska, e sigamos gritando na cara dos bostinhas que olham torto para nós.

  6. 6 Rafael 02/11/2012 às 12:43 am

    Cara, esse seu texto enorme, explicando o quanto a Fresno evoluiu com esse novo CD, e como as músicas são boas, ficou bom, só um pouco cansativo. Na boa, eu li, curti.. Até achei engraçado em algumas reflexões suas. Não é todo mundo que ouviu o CD, então, não é todo mundo que pode comentar o quão “épico” você achou das músicas – tanto que isso é um ponto de visto apenas seu. É isso então cara, o texto não ficou de todo o mal. =]

  7. 7 Rafael 02/11/2012 às 12:49 am

    E me sinto no dever de dizer que depois de esse seu texto, me deu um puta vontade de ouvir o CD.

  8. 8 carol 02/11/2012 às 1:12 am

    tu escreve muito bem guri!!!

  9. 9 Mariana Cunha 02/11/2012 às 3:36 am

    almeida conseguiu explicar o épico. ❤

  10. 10 @blacknoxxx 02/11/2012 às 8:24 am

    Acho que todos nós, fãs da Fresno, estávamos esperando ansiosamente pra poder escutar esse disco. Eu pensei mesmo que ‘O cemitério das boas intensões’ fosse um divisor de águas, mas ao ouvir o ‘Infinito’ vi que eu estava enganado, a guinada viria agora.
    Escutei calmamente cada uma das canções, algumas dúzias de vezes ao longo do dia, e a cada nova audição eu fica mais e mais arrepiado de como eles realmente conseguiram ir muito além do que eu esperava. Como colocado no post, esse disco está simplesmente ‘Épico’ ou como queiram os mais contidos ‘Grandioso’.
    De longe, mas bem de longe meeeeeeesmo, ‘Diga, parte 2’, conseguiu ser a mais foda e essa “briga” com Milonga vai render muito, mas muito assunto mesmo. O seu post não ficou ficou longo, ao meu ver, ainda mais pela forma com que foi exposta. Muito bem dissecado, faixa por faixa. Só não partilho da opinião sobre ‘Seis’, que é uma música que eu esperava na discografia deles desde o Ciano. Pra quem viu o ‘Família MTV’ sabe bem do que eu estou falando. Sempre tive um carinho especial por ela e nem por um segundo passou a ideia dessa repulsa sobre a música. Confesso que a qualidade lírica não é a mesma das demais, mas não acho que ela seja menos merecedora desse espaço.
    Do resto, POST/RESENHA FODA PRA CARALEO. Parabéns.
    E parabéns para a FRESNO, Lucas, Vavo, Bell e Mario que me deixaram boquiaberto e estasiado com esse épico que será realmente INFINITO.

  11. 11 Gustavo 02/11/2012 às 12:42 pm

    Bom, muito bom o texto. Achei só pessoal demais, mas tá valendo.
    Eu discordo de você com relação a “Seis”. Sempre foi uma das minhas favoritas. Ganhou um peso extra gratuito, ok, mas não é a pior música do disco, que, na minha opinião é Cativeiro. Ela é fraca e está MUITO mal mixada. Eu não consigo prestr atenção na letra porque fico ouvindo os overheads (ou a falta deles)… É foda.

  12. 12 Manu 02/11/2012 às 1:06 pm

    O FINAL DESSE TEXTO ME MATOU. Vou ouvir e depois venho discordar de ti quanto a “Seis”. Ou não.

  13. 13 Mihh 02/11/2012 às 1:12 pm

    Ótima resenha.
    Conseguiu exprimir o que muita gente (inclusive eu) sentiu ouvindo essa nova obra de arte fresnética.
    Disse tudo!
    E depois dessa dissecada no cd, fiquei na maior vontade de ouvir de novo, haha.

  14. 14 @giovanewonka 02/11/2012 às 2:14 pm

    Digo o mesmo sobre “O Sonho de um Visconde”. Quando entrou o trecho de Visconde ali, lágrimas também saíram dos meus olhos. Me contorci, de tão arrepiado que já estava.

    E sobre Seis, discordo de ambos. Era uma das minhas preferidas do Visconde e continua sendo. Só que não gostei do novo ritmo que deram-na. Mas, só isso.

    O post ficou muito bom, digamos, talvez, que esteja inefável também! hahaha

  15. 15 isabela 02/11/2012 às 2:17 pm

    Tentei fazer um elogio ao texto mas não achei palavras tão boas. Parabéns almeida.

  16. 16 Joao Moraes 02/11/2012 às 3:26 pm

    velho,a música “seis” eu diria que até que ela é “trizinha” .
    Já a música “cativeiro” na minha opinião é uma das melhores do CD,eu.curti,não paro de escuta hehe,,não sei se pq a letra tem um poco a ave.comigo,meu momento,seila, mas discordo o que tu falo.da música Cativeiro .

  17. 17 alcimar alves 02/11/2012 às 5:54 pm

    Cara que Desfrição mais foda pra esse disco que é inefável!!
    Sou fã e esse disco explica muito bem tudo o que sinto pela fresno, é a resposta pra não cansar de escutar, ir aos shows e quem sabe um dia encontrar os caras por aí e agradecer pessoalmente!
    Vocês são aquilo que eu precisava/preciso escutar até morrer!

  18. 18 Arthur Martins 02/11/2012 às 6:20 pm

    Concordo com sua opinião sobre “seis”, vejo ela nesse álbum como uma música pra encher linguiça.
    Mas é apenas minha opinião como fã dessa banda que é a que eu tenho como referência quando penso em pessoas que tem atitude e perseverança sobre o que querem, e acabam por conseguir.

  19. 19 Raquel 03/11/2012 às 3:11 am

    Haha achei lindo vc escrever tão apaixonadamente, não há nada como isso

  20. 20 Naiana 03/11/2012 às 12:35 pm

    Li algumas resenhas sobre Infinito, mas nenhuma chegou aos pés da tua. Ao final eu estava em lágrimas, tal como fiquei a 1h e pouca da madruga do dia 1/11 depois de ouvir o cd…
    Acredito que não eh preciso ser FÃ pra perceber a beleza desse cd!
    Valeu por esse texto! Bora esperar pra cantar ao vivo, em coro: ” SÃO MILHÕES DE ALMAS, A CANTAR EM UMA SÓ VOZ”

  21. 21 Bruts Feher 03/11/2012 às 3:30 pm

    Melhor música do universo? Que piada, onde ficam Bohemian Rhapzody e Starway To Heaven nesse seu universo?

    O disco tá bacana, mas menos rapaz, bem menos, afinal de contas o disco não tem nada de inovador, é todo calcado e arranjos, harmonias e melodias que bandas como Radiohead e Muse já fazem a anos.

  22. 22 Helen Raquel 03/11/2012 às 4:31 pm

    eu sempre apreciei o talento do lucas silveira para compor,eu diria que nesse cd a banda conseguiu entender a ideia das músicas e encaixar arranjos perfeitos…n e mais uma boa letra em uma melodia mais o menos é uma MÚSICA completa!onde letra e melodia se unem e me fazem viajar,imaginar,sonhar…

  23. 23 Ishvariano 03/11/2012 às 4:59 pm

    Aliás o Cemitério das boas Intenções está à um INFINITO de distancia em relação a musicalidade… rs
    Não que esse álbum seja ruim, mas não precisava ter tirado o peso do Baixo só por causa da Saída do Tavares…. Muito Teclado e menos peso. não é ruim mas já foi melhor.

  24. 24 Ishvariano 03/11/2012 às 5:04 pm

    A Gente Morre Sozinho >> Milonga >> Cada Poça Dessa Rua Tem Um Pouco de Minhas Lágrimas >> Diga, parte 2

  25. 25 Jean Paulo Costa 03/11/2012 às 5:41 pm

    Faltou elogios ao aBELLardo (: batera extrondosa em “Vida (Biografia em Ré Menor)”.

  26. 26 Renato 04/11/2012 às 3:57 pm

    Caralho, que resenha foda! Acho que eu não conseguiria encontrar uma palavra que fosse para descrever as músicas do Infinito. Mas você conseguiu, e ainda é quase tudo o que eu penso. Tirando a resenha de “Seis”. Parabéns, a resenha ficou demais!

  27. 27 Felipe Valentim 04/11/2012 às 7:29 pm

    Cara, resenha foda! Suas ideias foram de encontro as minhas em diversos pontos! Parabéns pelo blog, curti muito, vô acompanhar agora! Vlw!

  28. 28 Diego 05/11/2012 às 2:50 am

    Concordo total com sua resenha. E pior, pelo histórico da Fresno de colocar como segundo single a faixa 6 do álbum, EU TEMO PRA CARAJO. Seis é mesmo uma música pra ficar no passado.

  29. 29 Raphael 05/11/2012 às 3:30 am

    Seis é uma musica batida, pro peso do CD foi inútil. Se tivessem gravado Penny numa roupagem pesada, acho que daria muito mais certo

  30. 30 Raphael 05/11/2012 às 3:34 am

    Mas é melhor do que as bandas que temos por aqui, amigão.

  31. 31 Karen Santos 05/11/2012 às 7:00 pm

    Na verdade, Seis é uma música bem antiga, eles regravaram.

  32. 32 Raf 14/11/2012 às 12:33 am

    Eu não concordo tanto quanto a supremacia desse álbum principalmente por ser um fã saudosista e apreciador do “R, C e A” do “Ciano”, e até da onda pop do ‘Redenção”, mas sem dúvidas, compartilhamos o amplo apresso à Milonga, e Diga #2, sem dúvidas a primeira a OBRA-PRIMA desse grupo, que vai ficar registrado para sempre em todos os fãs, e o dia que ela não tocar no show, eu pensarei se ainda gosto da banda. Diga #2 foi nitidamente uma obra tentando vislumbrar os caminhos de Milonga como você também notou, e concordo em gênero, número e grau, não chegou nem perto, apesar de ter ficado a melhor faixa do CD, mas isso é óbvio não teria como ela ser melhor que a ORIGINAL, apesar de ser mais contemporânea. De qualquer maneira, achei esse CD um fracasso, esperava uma outra pegada da Banda ao se desligar do Rick e da Arsenal.Mas, só resta dar tempo ao tempo…

  33. 33 danilo 16/11/2012 às 2:52 pm

    n axei cativeiro tao ruim assim…gostei, uma das que mais gostei. alias gostei do começo da musica, sensacional. seis realmente eh fraca. farol eh mt paradinha, axei fraca…diga,vida, o resto eh nada mais, cativeiro, maior que as muralhas, infinito, homem ao mar…ficaram fodasticas!

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