Arquivo de novembro \14\UTC 2011

O dia em que o céu caiu

Eram 16:00 e não tinha porra nenhuma pra fazer – situação recorrente ultimamente. Abri o facebook e vi meus amigos agitando uma ida às 5 Bocas pra assistirem a um jogo de futebol.

Pelo que eu sabia, as 5 Bocas eram tipo um POINT JOVEM DE GENTE POBRE onde a negada se encontrava, bebia, falava besteira, via jogos, etc. Imaginava um restaurante bem badalado, onde as pessoas ficavam ao redor dele e tal. Aceitei ir no bagulho.

Saí de casa 16:30 e cheguei no local 18:00. Eis a decepção: não tinha restaurante nenhum. O nome 5 Bocas é proveniente do fato daquele ser o encontro de 5 ruas que desembocam ali completamente aleatórias. Não me perguntem quem foi o urbanista que projetou essa porra, só sei que é o que é.

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O lanterna verde

Eu nunca fui assistir a um jogo de futebol no estádio. Muito disso se deve pelo fato de eu ter começado a me interessar por futebol ano passado (e me mostrei um grandessíssimo pé quente, pois introduzi no fluminense a melhor fase da história do clube). Meu pai, ao ver que o fluminense havia ganhado domingo, me chamou para ir assistir o grandioso tricolor jogar contra o miserável América- MG, o lanterna verde brasileiro.

Aceitei.

O problema é que coube a mim a missão de obter os ingressos, que são vendidos, geralmente, no clube, nos estádios ou em locais verdadeiramente distantes, não que o próprio estádio e o clube também não sejam verdadeiramente distantes.

Obtive as informações e rumei em direção ao local menos distante que vendia os ingressos. Era um clube furreca que tem na Vila da Penha, mais acabado que o clube em que os funkeiros da tua vizinhança vão às noites de sexta por ter promoção de duas cervejas a 3 reais. Chegando lá, vi uma fila escrotamente grande rodeando o clube. Estranhei, afinal, ora porras, quem diabos quereria assistir o jogo contra o América-MG?

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E o blog volta a operar normalmente.

Lógico. Dependendo da sua definição de ‘normal’.

Girls got a love like

Depois de exatamente um mês morando no apartamento novo, finalmente esbarrei com uma jova charmosa.  Estranhava que andava pelas ruas deste centro urbano que é o Méier e deslumbrava centenas de jovas charmosas e com curvas esbeltas, mas nunca havia deparado com nenhuma em meu prédio. Resumindo: tem pitel às pampa, mas no meu prédio só dá bagulho.

Estava voltando do curso, eram 20:00 e pouca e vejo uma jova adentrando o prédio junto a um cara de lá uns 40 anos (pressupus ser o pai dela, mas pode ser um tio, agente da CIA ou sequestrador e ela ter síndrome de Estocolmo, vai saber). Não dei muita atenção, por que, com meus conhecimentos obtidos no show business, descobri que o melhor jeito de não ser rejeitado por uma jova é simplesmente não dar a menor atenção à ela, afinal, não há como haver rejeição se não há contato.

Não dando atenção, então, dei um “boa noite” bem simpático para o porteiro que abriu o portão para nós. Dava pra sentir a falta-de-atenção no meu boa noite.

O porteiro me ignorou.

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Atualmente:

Música: Canção da Noite
Banda: Fresno
Livro: Sherlock Holmes
Série:
How I Met Your Mother

Destaques

Um rolê em Madureira: 918 e 919 nunca tiveram uma diferença tão grande na minha vida. Essa diferença somado com a insano desejo do destino de me foder, causou uma peripécia de tremer as cuecas.

Ensino Médio deturpando sonhos:

Apesar do Ensino Médio ser repleto de conhecimentos babacas os quais nunca terão a menor utilidade em nossas vidas, ele pode desmentir algumas informações as quais fizeram você acreditar ser verdade por toda sua vida.

Adão era digno de respeito: Além de não precisar usar cuecas e dar a primeira bimbada da história, Adão ainda não precisa viver momentos constrangedores pelo fato de existir outras pessoas no mundo. Porque falamos tanto de Jesus tendo um herói bíblico desses?



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