Arquivo para setembro \27\UTC 2011

caralho não acredito que fui tão mal nessa porra depois de estudar feito um filho da puta por um ano inteiro.

Não sei se vocês perceberam, mas ultimamente eu tenho reclamado da vida com uma certa frequência. E não é aquela reclamação de praxe que todo ser humano que se preze faz, mas sim uma reclamação especial, mais assídua e insistente.

É, não perceberam.

Pois bem: eu tenho. E o motivo pra isso tem um nome bem singelo e único: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a.k.a. UERJ, a.k.a. Alexandre Frota que vem do latim “aquele te fode sem nem pagar um jantar primeiro”.

Já contei aqui que minha genitora tem um prazer imensurável de acordar pessoas cansadas sem o menor motivo para isso. Se vê alguém tirar uma madorninha de tarde, no primeiro instante possível irá acordá-la. Se você está, em pleno domingo, dormindo até tarde, ela arrumará um motivo para acordá-lo. Se não arrumar um motivo, ora porras, o acordará do mesmo jeito simplesmente por que a idéia de acordá-lo é muito divertida.

E o pior – apesar de você ser o acordado, é ELA quem fica PUTA. Como se você estivesse cometendo um grandíssimo erro por estar dormindo. Pesquiso se na igreja que ela frequenta prega-se que o sono dos justos é sinônimo direto para necrofilia em pôneis. Pois aí faria todo o sentido tamanha aversão ao sonho alheio, afinal, existe entidade mais confiável e inocente que a igreja?

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Uma boa surpresa.

Eu estava displicentemente tentando prender a minha atenção no caderno de matemática quando meu pai chegou em casa todo serelepe e rechonchudo defecando aos quatro ventos que era o mais novo fã do Fiuk.

“Ora porra pai, o senhor se entregou novamente às drogas?” foi minha primeira reação que, aproveitando a deixa, joguei o caderno de matemática cinematograficamente para bem longe.

O homem me explicou que não, não havia voltado ao vício. Os tempos de ouvir Leandro e Leonardo foram enterrados juntos com o Leandro. Mas continuou batendo na tecla de que o tal do Fiuk realmente tinha músicas boas, e ficava citando uma tal de “quando lembrar” toda hora. É o tipo de música que só pelo título você já sabe todo o conteúdo da letra: vazio.

MAS, como meu pai é o cara que ouve Air Supply desde antes de eu nascer, dei uma chance. E também levei em conta que já ouvi músicas realmente boas do Fiuk, como “Eterno pra Você” e “Sou Eu” que, querendo ou não, são bem bacanas.

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Resenha: ‘Filhos de Hippies’ e ‘Aconteceu em Woodstock’

Eaí, rapaziada? Coméquitávida? A minha… deixe-me ver como posso lhes explicar: há algumas horas eu jantei. Tenho um intestino grosso bem eficiente e, há uns 10 minutos, soltei algo muito semelhante à minha vida no banheiro aqui do lado. Como se não bastasse as exorbitantes horas de estudo – de segunda a sábado, o dia inteiro, e diversos domingos à tarde – eu agora ainda estou privado das poucas saídas que eu tinha cuzamigos. A mudança de apartamento fez a crise financeira chegar à minha casa. As últimas migalhas que eu tinha gastei na Bianal do Livro.

Aliás, a Bianal.

Para sanar a escassez de assuntos proveniente dessa crise financeira, resolvi atender a diversos pedidos e fazer uma sessão de RESENHAS LITERÁRIAS aqui no meu, no seu, no NOSSO CABARÉ CALCULISTA. Começarei com uma resenha dupla sobre livros relacionados à cultura Hippie, os quais, coincidentemente, eu comprei em Bienais, embora em bienais diferentes.

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Atualmente:

Música: Canção da Noite
Banda: Fresno
Livro: Sherlock Holmes
Série:
How I Met Your Mother

Destaques

Um rolê em Madureira: 918 e 919 nunca tiveram uma diferença tão grande na minha vida. Essa diferença somado com a insano desejo do destino de me foder, causou uma peripécia de tremer as cuecas.

Ensino Médio deturpando sonhos:

Apesar do Ensino Médio ser repleto de conhecimentos babacas os quais nunca terão a menor utilidade em nossas vidas, ele pode desmentir algumas informações as quais fizeram você acreditar ser verdade por toda sua vida.

Adão era digno de respeito: Além de não precisar usar cuecas e dar a primeira bimbada da história, Adão ainda não precisa viver momentos constrangedores pelo fato de existir outras pessoas no mundo. Porque falamos tanto de Jesus tendo um herói bíblico desses?



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