Arquivo para abril \27\UTC 2011

Tal qual um G6

Minha mãe, pela primeira vez em… bem, na vida, decidiu viajar sozinha. A moça fez as malas, comprou uma passagem e foi visitar as amigas lá nas longínquas terras de Santa Catarina, deixando seus três homens à mercê do mundo – eu, meu irmão e meu pai. Como eu sou o único vagabundo que não trabalha, passarei os próximos 3 dias sozinho, solitário e sem ninguém aqui em meu recinto. Há um leque de possibilidades de coisas que eu poderia fazer estando sozinho em casa por tanto tempo, dentre elas:

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love is our weapon

Cês tão lembrados que eu passei o Carnaval com meu amigo Raphael? Então, o menino hoje em dia tem todo um discurso revolucionário de esquerda, é diretor de uniões estudantis e tudo o mais. Apesar de ser chato para caralho com as porras de discursos comunistas, o menino vem há muito alimentando o meu sentimento nacionalista pra me juntar a algum grupo de estudantes pra ir às ruas, palestras, assembléias e tal.

Como que se o destino  conspirasse para que eu entrasse nessa vibe, ao mesmo tempo em que ele vinha falando essas coisas pra mim, minha professora de História do Pré-vestibular sugeriu que, para entendermos a ditadura militar, lêsse-mos alguns livros que ela passou o nome. “1968”, “Brasil Nunca Mais”, “Lamarca” e outros. Pedi pro meu irmão arrumar os livros pra mim e, puta que parolas, engoli os livros em questão de semanas. Até larguei de mão o Dexter que eu vinha lendo.

As únicas matérias que eu gosto na escola são História, Sociologia e Geografia, e ditadura militar é um dos assuntos que englobam todas essas matérias em uma única página da história do Brasil. Não deu outra: meu instinto revolucionário é tal que, se houvesse outro golpe militar HOJE, eu fugia de casa, comprava uma camisa do Che Madruga – exceto se fosse uma dessas manifestações pseudo-cults em que as pessoas ficam peladas, achando que tão abalando por mostrar os barrigões pelancudos – e caía de pau na direita.

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Preparação desmotivacional pra vida

Eu tenho a mania de procurar motivos pelos quais as coisas são do jeito que são. Talvez, sabendo a causa, seja mais fácil consertá-los. Ou, talvez, sabendo o motivo acha-se alguém para culpar e se sente melhor consigo por algo não estar tão bem.

Eis a situação – a minha vida não está tão bem.

Não que ela esteja ruim, mas em comparação com o ano passado, ela não está boa. Convenhamos, o ano passado foi o ano da minha vida. Centenas de pessoas (principalmente meninas) me adoravam, me seguiam, liam meu blog. Essa adoração me proporcionava carinho, reconhecimento, dinheiro. Me fez conhecer pessoas que me trouxeram bens imensuráveis, amizades que levarei por muito tempo e a menina que eu achei que era o amor da minha vida.

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Dossiê sobre os homens

O texto de hoje é de uma menina chamada Taísa Medeiros, ela não de nenhuma informação a mais. Gostei do texto, ela fala diretamente às leitoras femininas do blog (e os gays, travestis, transexuais, etc, que acabam sendo a grande maioria aqui) e acaba dando uma nova perspectiva.

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Vocês podem pensar que eu não tenho mais nada o que fazer. Engano seu! Tenho provas pra estudar e algumas tarefas pendentes. E quem disse que por isto eu me ausentaria. Vocês precisam de um pouco da minha chatice. E é em consequência dessa minha ‘inconsequência’ adolescente, que venho a lhes falar hoje sobre os temidos.. HOMENS.

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Festa na Barra

Ontem teve a festa de 15 anos de uma amiga LHINDA minha e eu não me fodi, propriamente dito, mas a festa, em si, foi um martírio. Xo explicar.

Eu ia pra lá de carona com minhas amigas, Lalinha e Gordinha, figurinhas frequentes aqui no blog – ou não tão frequentes assim, mas são praticamente as figurinhas mais frequentes da minha vida.

Desde que eu aprendi a andar de busão sozinho, meu pai não me leva pra lugar nenhum, muito menos se o lugar for no outro lado do mundo, como foi o caso da festa. O pai da Gordinha não poderia nos levar, então tivemos de apelar para o pai de Lalinha.

Amigos. Nem percebi que não se tratava do meu pai.

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me identifico com a turma da mônica teen.

Se acontece até com o Cebolinha, quem sou eu pra reclamar?

A Odisséia do Biquíni

Já prevendo a escassez de tempo para este blog, no início do ano eu requisitei a vocês que mandassem textos para minha caixa de email. Sim, nem eu mesmo lembrava dessa porra, só lembrei esta semana. O problema é que eu tava sem tempo até mesmo para lê-los e só hoje consegui arrumar um tempinho para cuidar disso aqui. Li alguns e separei os melhores. Vou postá-los no decorrer dessa semana. O de hoje é da Mirielle Katarine. Ela não deu mais nenhuma informação no email, então só fiquem sabendo o nome dela, mesmo. A menina escreve bem.

Aliás, fiquei impressionado com os textos, meus leitores estão escrevendo muito bem! Congratulações 😀

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AAAAAAAARRR, o verão! Azaração, festas, curtição, férias e… praia. Não leia esta última palavra com a mesma empolgação que leu as outras. Se você é meu leitor assíduo ou me conhece de verdade, sabe do meu ódio mortal por praias.

Uma coisa que eu não entendo é o fato da humanidade ter a capacidade de gostar (e às vezes até amar!) de um lugar quente, cheio de areia (que incomoda e queima nossos pés), com água salgada (que derrota os nossos cabelos) e repleto de pessoas seminuas desfilando e exibindo suas celulites e barrigas-de-chop.

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Atualmente:

Música: Canção da Noite
Banda: Fresno
Livro: Sherlock Holmes
Série:
How I Met Your Mother

Destaques

Um rolê em Madureira: 918 e 919 nunca tiveram uma diferença tão grande na minha vida. Essa diferença somado com a insano desejo do destino de me foder, causou uma peripécia de tremer as cuecas.

Ensino Médio deturpando sonhos:

Apesar do Ensino Médio ser repleto de conhecimentos babacas os quais nunca terão a menor utilidade em nossas vidas, ele pode desmentir algumas informações as quais fizeram você acreditar ser verdade por toda sua vida.

Adão era digno de respeito: Além de não precisar usar cuecas e dar a primeira bimbada da história, Adão ainda não precisa viver momentos constrangedores pelo fato de existir outras pessoas no mundo. Porque falamos tanto de Jesus tendo um herói bíblico desses?



Para ler mais dos textos menos piores do blog, clique aqui.

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