Arquivo para dezembro \26\UTC 2009

YEY

200 MIL VISITAS, PORRA


Me chupe, professora da quinta série que falou que eu não sabia escrever. E a professora da segunda série que falou que eu era o capeta em forma de gente. E a da primeira série, que falou que eu era uma criança perdida.

Se cada um de vocês me dessem um real, eu poderia comprar… UM MONTE DE COISA CARA.

Mãe, eu te amo. Próximo passo é o VMB, e depois O MUNDO!

O ano termina, e nasce outra vez.

Selo: É post de revisão sobre o final de ano, como eu sempre faço. Não é pra ser muito engraçado – apesar de ter umas piadinhas embutidas, como já é de praxe – e é extremamente grande. Leia se quiser, comente se puder.

Por mais que seja difícil de acreditar que esta merda perdure a tanto tempo, nossa casinha calculista já comemorou um natal. No natal do ano passado, contei uma fábula que havia ocorrido comigo, o que ilustrou muito bem o meu sentimento de repúdio total por tal feriado. Não que eu odeie o natal, é que eu simplesmente não gosto dele.

Na minha família, tal feriado é tratado com completo desleixo. Meus pais compram um presente pra mim e um pro meu irmão, e nos entrega assim que o compra, o que normalmente é alguns meses antes do dia certo.

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A verdade nua, crua e musicalizada.

Eu tenho saudade de um tempo em que pra ter uma banda, era necessário anos de dedicação mútua de todos os membros dela. O guitarrista precisava fazer aula de guitarra durante anos, juntar todo o dinheiro do lanche pra comprar uma Fender usada e sem uma das cordas. O baterista, então! Ele precisava passar uns 10 anos batucando na panela velha da tia-avó Josefa e juntando dinheiro pra comprar uma bateria decente. O vocalista… bem, o vocalista era aquela pessoa sem talento que só pegava um pedaço de madeira e berrava pra todos os lados.

Mas com a chegada da inclusão digital, as coisas mudaram um bucado. Não que eu esteja reclamando dela, afinal, de que outro modo nós teríamos isso?

Desde que a primeira bandinha gravou um EP no quintal, o jogou no myspace tal como uma prostituta joga um filho no lixo e fez um considerável sucesso, milhares de adolescentes desocupados e sem o menor talento o imitam.

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Dance, monkeys, dance!

Atualmente se fala muito sobre os tempos em que a humanidade será substituída por completo por robôs. Mas as pessoas não param pra pensar que elas já agem como tal. Nós fazemos coisas sem pensar nos motivos ou nos propósitos, simplesmente fazemos por que nos dizem que é pra ser feito. E quem nos diz, também não sabe o motivo, só nos diz por que alguém o mandou dizer.

Isso é o que se define por “paradigma”. Vou contar uma histórinha pra ilustrar isso procês:

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~~puro desejo~~

A cada dia que passa, eu chego mais próximo de me tornar semelhante ao nosso ídolo. E dessa vez eu não me refiro ao Felipe Dylon, e sim ao ídolo sexual de toda uma geração aborrecente – Alexandre Frota.

A desventura insana na qual me meti dessa vez foi me inscrever numa cadimia. A idéia de entrar numa academia tava circulando os ares de minha casa desde o ano passado, quando ocorreu uma historieta que eu fui proibido de postar aqui no blog, pelo fato de ter envolvido polícia, processo – que não saiu do papel, mas não deixa de ser um processo -, e a diretora da minha escola.

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Personagens familiares

Diversas vezes foram mencionados aqui em nossa casinha calculista um grupo de pessoas que atendem pelo pseudónimo de família. Como diria Arnaldo Antunes, “família, janta junto todo dia”. Obviamente, há motivos para o Arnaldo Antunes ter sido o único que teve uma carreira solo deprimente depois de ter saído do Titãs, por que eu não conheço uma família que jante junto todo dia.

Minha mãe, janta pontualmente às 17:00h, antes de começar o Terço da Misericórdia na Canção Nova, canal de televisão cujo 50% da audiência é da minha mãe. O outro 50% é a amiga que minha mãe convenceu a ver. Meu pai, por sua vez, não janta, pois ele está acima do peso e precisa fazer regime. Já meu irmão, janta às 21:00h, no emprego dele.

Eu janto quando a preguiça dá um descanso e eu saio do twitter pra esquentar a comida.

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Bisexualidade é o futuro da sociedade.

Cambada, cês sabem que eu tinha um outro blog chamado Let There Bilau onde eu escrevia sobre coisas mais sérias, que eu duvido que o QI dos leitores do NC fosse grande o suficiente pra dar alguma atenção ao assunto. Nós tinhamos o fechado e estávamos planejando reabri-lo segunda feira, mas o Raphael, por ser uma bicha enrustida, um viadinho homosexual gay escroto maldito nojento desistiu da idéia.

Então vou me utilizar da categoria “Falando Sério…” que eu tinha aqui no blog mofando à séculos. Sério, eu nunca usei aquela categoria, acho. Os posts que geralmente eu postaria no Bilau, virão para essa categoria. Assim, os leitores do Bilau não ficarão desamparados. Portanto, simbora:

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Atualmente:

Música: Canção da Noite
Banda: Fresno
Livro: Sherlock Holmes
Série:
How I Met Your Mother

Destaques

Um rolê em Madureira: 918 e 919 nunca tiveram uma diferença tão grande na minha vida. Essa diferença somado com a insano desejo do destino de me foder, causou uma peripécia de tremer as cuecas.

Ensino Médio deturpando sonhos:

Apesar do Ensino Médio ser repleto de conhecimentos babacas os quais nunca terão a menor utilidade em nossas vidas, ele pode desmentir algumas informações as quais fizeram você acreditar ser verdade por toda sua vida.

Adão era digno de respeito: Além de não precisar usar cuecas e dar a primeira bimbada da história, Adão ainda não precisa viver momentos constrangedores pelo fato de existir outras pessoas no mundo. Porque falamos tanto de Jesus tendo um herói bíblico desses?



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